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Você sabia que pessoas com diabetes costumam ter deficiência de minerais importantes? É por isso que pode ser necessário fazer uma suplementação com cloreto de magnésio. Como tomar, quais são os benefícios, que outros minerais são importantes, tudo você vai descobrir nesse artigo!

Com o cloreto de magnésio, é possível prevenir muitas doenças e distúrbios. Ainda que não seja tão popular, é importante que você entenda que a Organização Mundial da Saúde recomenda uma ingestão de pelo menos 260mg da substância diariamente. Será que você tem conseguido?

Se está em dúvida, entenda melhor como inserir o magnésio na sua alimentação e como tomar como suplemento!

Minerais: porque o organismo precisa deles

A composição do nosso corpo conta com 4% de minerais. E embora pareça uma quantidade pequena, é extremamente relevante para a saúde do organismo. São nutrientes com uma ação determinante na prevenção e controle de diferentes doenças e distúrbios.

Você, com certeza, já ouviu sua mãe dizer que precisa beber leite para ter ossos fortes, não é verdade? O cálcio está presente no leite e é um aliado da densidade óssea.

Além do magnésio e do cálcio, nosso corpo precisa também de:

  • fósforo;
  • ferro;
  • zinco;
  • cobre;
  • potássio;
  • cloro;
  • manganês;
  • enxofre;
  • sódio;
  • selênio.

Muitos deles podem ser assimilados a partir da alimentação. A questão é que existem hábitos alimentares que podem atrapalhar a absorção. É por isso que o cloreto de magnésio é um bom aliado.

O cloreto é um suplemento que facilita essa absorção. Bastante solúvel, o que acontece é que chega ao intestino delgado em sua forma livre.

Todos os minerais contribuem para o bom funcionamento do organismo. E isso inclui ajuda no equilíbrio de triglicerídeos e também na quantidade de glicose no sangue. É por isso que o magnésio é essencial para diabéticos.

Falta de magnésio: quais são os sintomas

Um dos principais problemas da falta de magnésio é que os sintomas nem sempre são fáceis de compreender e diagnosticar. Isso porque os malefícios dessa deficiência são variados.

Você sabia, por exemplo, que a ausência desse mineral pode contribuir para os quadros de depressão? Enxaquecas e dores de cabeça também estão relacionadas à falta de magnésio.

Outros sintomas são:

  • náusea;
  • convulsão;
  • fadiga;
  • fraqueza;
  • pressão arterial descontrolada;
  • cãimbras;
  • espasmos coronários;
  • taquicardia;
  • convulsão;

Até mesmo mudanças na personalidade estão relacionadas ao déficit de magnésio. Isso acontece porque a ação do mineral age em diferentes fontes.

Durante a infância e o crescimento, o magnésio contribui para a formação dos ossos e dentes. Ao longo de toda a vida, o mineral age para os processos de vasodilatação das veias — assim como na redução de açúcar e absorção de insulina, como já mencionado.

Com função muscular e nervosa, a ingestão de cloreto de magnésio também tem uma ação direta na produção de ATP, já ouviu falar? O trifosfato de adenosina está diretamente relacionado à produção de energia.

Na verdade, em uma explicação resumida, esse sistema energético é considerado uma espécie de bateria recarregável do corpo. É o que ajuda a manter os níveis de disposição todos os dias. E se está em queda, essa produção faz com que todo o corpo sofra. Daí a sensação de fraqueza e a contribuição para os quadros de depressão e ansiedade.

A fibromialgia é outra doença cujos sintomas podem ser melhorados ou piorados de acordo com a presença de magnésio no organismo.

Grupos de risco — quem sofre mais com o déficit de magnésio

Embora possa ocorrer com qualquer pessoa, existem grupos que tendem mais a sofrer com a falta de magnésio. Para quem tem diabetes, com um quadro descontrolado, o que acontece é que o magnésio acaba sendo eliminado junto com a glicose, sem uma absorção adequada. Nesse caso, a suplementação é praticamente obrigatória.

Quem também precisa dessa ingestão:

  • idosos: o estômago diminui a produção de ácido clorídrico conforme a idade vai chegando. Isso faz com que o organismo consiga absorver menos magnésio;
  • alcoólatras: quem bebe álcool em excesso faz com que o organismo tenha menos capacidade de absorção também;
  • obesos: quem tem dietas desregradas tende a não se alimentar de vegetais folhosos, as principais fontes de magnésio. Quem bebe muito refrigerante à base de cola também é prejudicado;
  • mulheres: o uso de anticoncepcionais ou de remédios à base de estrogênio também altera a capacidade de absorção de magnésio naturalmente.

A utilização indiscriminada de laxantes e diuréticos está igualmente relacionada a uma excreção inadequada do mineral. Portanto, a suplementação com cloreto de magnésio é decisiva para a saúde do organismo.

Alimentação saudável: onde encontrar magnésio na dieta

Mas antes de falar sobre o cloreto de magnésio, como tomar e porque é essencial para o organismo, é importante compreender quais são as principais fontes naturais do mineral.

Para pessoas fora do grupo de risco, comer certos alimentos ajuda muito a manter os níveis de magnésio. Veja quais são os alimentos mais ricos no mineral:

  • abacate — 29mg de magnésio;
  • acelga — 285mg de magnésio;
  • alcachofra — 60mg de magnésio;
  • amêndoas — 80mg de magnésio;
  • arroz integral — 44mg de magnésio;
  • banana — 27,3mg de magnésio;
  • castanha de caju — 236mg de magnésio;
  • cavala — 97mg de magnésio;
  • chocolate amargo — 327mg de magnésio;
  • coentro — 26mg de magnésio;
  • couve — 34,7mg de magnésio;
  • espinafre — 79mg de magnésio;
  • feijão preto — 60mg de magnésio
  • figo seco — 68mg de magnésio;
  • iogurte natural — 19mg de magnésio;
  • salmão — 27mg de magnésio;
  • sementes de abóbora —100 mg de magnésio;
  • soja — 86mg de magnésio.

A questão é que: você consegue consumir pelo menos três ou quatro desses alimentos todos os dias? Embora a recomendação da OMS seja de 260mg diariamente, a necessidade ideal é acima de 320mg para mulheres e 420mg para homens acima de 30 anos. Para grávidas, o valor é de 350mg.

A lista acima considera uma quantidade de de 100 gramas para determinar a quantia de magnésio. Isso significa que uma gestante teria que comer, por exemplo, 100 gramas de arroz integral, 100 gramas de espinafre, 100gramas de feijão preto, 100 gramas de cavala e 100 gramas de semente de abóbora e ainda não conseguiria os valores completos.

Suplementação: porque consumir cloreto de magnésio

Imagine uma pessoa que já sofre com um déficit desse mineral. Mesmo que ela coma tudo de mais rico em magnésio, seu corpo não vai conseguir ter a absorção adequada. É aí que entra a suplementação.

O cloreto de magnésio foi desenvolvido de forma a permitir que seja devidamente aproveitado pelo organismo. Mesmo com alguma condição prévia, o mineral consegue ser absorvido, e sem prejudicar outros nutrientes.

Seu consumo regular contribui para reduzir e acabar com os sintomas da deficiência. Da mesma forma, contribui para que os níveis de cálcio e potássio, por exemplo, também sejam beneficiados.

Para diabéticos, a atuação é interessante especialmente para controlar os níveis de insulina no sangue. Para quem está acima do peso, uma garantia de que a dieta errada não vai prejudicar os níveis de energia, aumentando a chance de emagrecimento.

Outro ponto importante é que o magnésio contribui para a melhora dos quadros de ansiedade e depressão. Ainda que não sejam considerados remédios, os minerais atuam como facilitadores da saúde e bem estar.

E, principalmente, previnem o aparecimento de distúrbios e doenças nem sempre fáceis de identificar.

Cloreto de Magnésio: como tomar

Você deve estar pensando agora na parte prática. Saber como tomar o cloreto de magnésio é importante para que você consiga a melhor absorção possível.

Embora cada organismo possa responder de um jeito diferente, o ideal é que o cloreto seja consumido de 2 a 3 vezes ao dia, junto com a refeição. Para casos em que o déficit está muito elevado, essa ingestão pode ser mais alta.

Apesar de contar com poucos riscos de ser consumido em excesso, existe um jeito fácil de compreender se a quantidade está acima do indicado. Se você começar a usar a suplementação e tiver ocorrência de diarreias por mais de uma semana, a dose está errada. Do contrário, o consumo do mineral é considerado altamente seguro e saudável para o organismo como um todo.

Uso de suplementos: o que levar em consideração

Para os grupos de risco, pode ser interessante conversar com um especialista para que a dose seja mais alta e de acordo com a interação com medicamentos. Para casos mais simples, o uso de suplementos costuma dispensar receita médica.

Isso acontece porque suplementos são produzidos com componentes naturais. Dessa forma, se trata apenas de uma forma otimizada de ingerir os nutrientes que nem sempre conseguem ser absorvidos apenas por meio da alimentação.

Em se tratando do cloreto de magnésio, como tomar é um ponto importante, para que a absorção seja adequada. Para outros tipos de suplementos, pode ser essencial consumir em jejum, por exemplo, ou após as refeições. Por isso é importante sempre ficar atento às indicações do produto.

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