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Quem nunca sentiu aquela dor muscular durante ou depois do treino? Quem é adepto a academia ou algum esporte, sabe o quão desagradável isso pode ser. Pernas, braços e abdômen podem doer por alguns dias, dependendo da intensidade de cada exercício.

Para quem é iniciante é natural ficar um pouco assustado e nunca mais querer pisar na academia, para aqueles que já estão acostumado, mas muda a rotina de exercícios dobrando a quantidade de treinos, também é comum um incomodo, porém, por outro lado, esse mesmo desconforto pode ser benéfico ao corpo.  O importante é se adaptar, mas sempre ficar atento aos sinais, para saber até que ponto sentir dor é normal.

Por que dói?

A dor muscular, geralmente, acontece entre as 24h e 48h após o treino. É conhecida como dor do dia seguinte, que é uma sobrecarga nos músculos que causam uma inflamação. De grosso modo, acontece um micro rompimento de fibras musculares por causa do excesso de esforço, por isso um período de descanso é essencial para que haja uma reconstrução e cicatrização das fibras musculares. Gradualmente, elas vão se recuperando e se tornando mais resistentes aos treinos, assim protegem os músculos de lesões futuras.

É importante aumentar a intensidade dos exercícios aos poucos para não acontecer um overtraining, que e quando o atleta faz mais exercícios do que seu corpo é capaz de se recuperar. Normalmente, demora entre três a cinco dias para as dores irem embora, caso leve mais tempo, é bom evitar realizar novos exercícios até melhorar.

Quanto mais doer, melhor?

Sentir dor depois do treino é algo bom, pois significa que os músculos tiveram algum tipo de estimulo, então, no fim da recuperação, estará pronto para mais atividades físicas. Mas, não significa que quanto mais dor sentir, melhor será. Na verdade, é preciso respeitar os limites do seu corpo.

Apesar da dor pós treino, é possível seguir com a rotina normalmente, mas caso ela te impeça de fazer determinadas atividades, fique atento, pois, você pode ter tido uma lesão e nem sabe. Alguns pontos podem te ajudar a identificar quando a dor é muscular ou não, como por exemplo: as articulações doem, surgem hematomas, vermelhidão, inchaço e quando a dor não é uma sensação de rigidez, mas, sim, uma pontada aguda.

Ser saudável é compreender que o corpo também precisa de descanso entre os exercícios e entender sempre há limites para os treinos. Se a dor muscular persistir por muito mais tempo que o esperado e apresentar algum sintoma diferente, é necessário parar com os exercícios e procurar ajuda de um profissional.

Como minimizar a dor muscular

Mesmo que elas sejam naturais numa rotina de exercício, é possível ameniza-las para não sofrer tanto no dia seguinte. Veja, alguns cuidados essenciais para diminuir os desconfortos:

Alongamentos:

Os alongamentos são essenciais porque evitam uma série de problemas, como inflamações, distensões e lesões. Além disso, também pode ajudar a melhorar o fluxo sanguíneo das fibras musculares. Alguns benefícios desta prática, são:

– Relaxamento

– Ativa a circulação

– Prevenção de lesão

– Reduz a tensão muscular

– Facilita atividades de desgaste

Compressa quente

Temperatura alta estimula a circulação sanguínea e ajuda a aliviar dores. Para que aqueles sofrem com câimbras regulares, por exemplo, é indicado fazer compressas quentes por 20 minutos na região em que sente a dor.

Gelo

O gelo também é bem-vindo na hora de amenizar a dor, por ele é possível fazer uma compressa ou ficar emergido no próprio gelo fazendo com que o processo de recuperação muscular seja mais rápido. Essa é uma prática bem comum entre esportistas, como os jogadores de futebol, por exemplo. Entretanto, para dores em região localizada, é indicado a usar apenas a compressa gelada.

Alimente-se bem

Uma boa alimentação também faz parte do processo de recuperação. Muitas vezes, a deficiência de alguns nutrientes no organismo pode deixar você mais propenso para sentir as contraturas, câimbras e dores musculares.

Uma alimentação adequada faz toda a diferença, por isso, é importante manter todos os grupos alimentares nas refeições, mas nas porções certas. Proteínas, carboidratos, açúcares e gorduras saudáveis são essenciais ao organismo. Leguminosas, oleaginosas e carnes magras também não podem faltar.

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