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Sinais de emagrecimento: entenda como ocorre a perda de peso

Nada como ver os resultados de seus esforços, não é mesmo?Para quem faz dieta ou algum tipo de exercício físico, acompanhar as mudanças do corpo é algo satisfatório, principalmente, quando está chegando perto de algum objetivo, que pode ser o emagrecimento, o ganho de massa, definição, etc.Mas para alcançar as metas é importante ter a consciência e a responsabilidade de que deve ter um profissional junto com você para acompanhar a perda de peso e monitorar a dieta afim de garantir que tudo está sendo feito de forma adequada.

Como ocorre a perda de peso?

A preocupação com o peso é algo muito comum dentro da sociedade e isso atinge pessoas de diferentes idades e faixa-etárias.O problema disso é que diante dessa inquietação, muitas pessoas acabam emagrecendo do jeito errado, prejudicando a saúde.Então, entender como acontece o processo de perda de peso é saber como funciona o corpo, o metabolismo, a fisiologia dele e como os hábitos influenciam nisso.Ou seja, acaba se tornando um processo de autoconhecimento e, claro, de autocuidado. Mas para isso é importante compreender os seguintes pontos:

O metabolismo

O corpo é uma engrenagem complexa de compreender e muitas variáveis influenciam no metabolismo, como por exemplo: alimentação, estresse, ciclo menstrual, atividades físicas, genética, entre outros.Então, mesmo que seja seguida uma rotina muito disciplinada, o corpo nunca vai perder a mesma quantidade de calorias no dia a dia por depender de todos esses fatores.Sendo assim, acompanhar o emagrecimento nem sempre é algo fácil ou até mesmo satisfatório, inclusive, quando está chegando perto do objetivo, pois, neste momento o organismo passa a manter o estoque de energia, dificultando a perda de calorias.

Metabolismo lento X metabolismo rápido

Para quem é mais ligado em assuntos sobre qualidade de vida e saúde, certamente, já ouviu falar sobre metabolismo lento ou rápido. No entanto, poucas pessoas sabem como é o próprio metabolismo.Porém, um nutricionista pode dizer com certeza qual é o tipo de cada pessoa.Saber se o seu metabolismo é rápido ou lento é importante para entender como o próprio corpo funciona e cuidar dele forma consciente, adequando a dieta e exercícios de acordo com cada necessidade.

O carboidrato é o combustível do corpo

Cortar os carboidratos não é um jeito saudável de emagrecer, até porque esse grupo deve ser suprido no corpo regularmente para que o organismo possa ter energia.A falta de carboidrato causa cansaço, indisposição e tonturas. Ou seja, não adianta emagrecer a todo custo.O mesmo serve para outros tipos de alimentos, afinal, os grupos alimentícios possuem funções especificas no corpo, como por exemplo, deixar o sistema imunológico fortalecido, estimular as funções químicas, trazer equilíbrio vital, entre outras.Isto é, dietas restritivas forçam o emagrecimento de forma errada e só devem ser feitas quando recomendada e acompanhada por um médico em casos específicos em que é importante a não ingestão de determinados alimentos, mas nesta situação, o especialista pode indicar alimentos substitutos.

Perder peso muito rápido não é indicado

Geralmente, junto com a vontade de perder peso vem a ansiedade e daí surgem as dietas restritivas e milagrosas.Porém, quando o emagrecimento acontece de maneira muita rápida por meio dessas dietas, o corpo acaba queimando os músculos para que possa ter mais energia, e, então, o resultado só poder ser um: perda de peso acelerada, no entanto, parte disso resulta em perda de massa muscular.E perder massa muscular é prejudicial à saúde, pois, dificulta a manutenção do peso, impossibilita queimar calorias e faz mal até mesmo a outros órgãos.

O cérebro não gosta de dietas

O cérebro detesta as dietas, sendo assim, como é possível emagrecer?Em linhas gerais, o cérebro não entende quando queremos perder peso, então, ele aciona um estado de emergência fazendo com que fique cada vez mais difícil resistir a qualquer tentação ou acabam consumindo menos energia dos alimentos.Mesmo assim, quando ocorre a perda de peso, o cérebro trabalha para que o peso anterior seja recuperado. Isso faz com que pessoas que entram em dietas sejam mais propensas a serem obesas.A dieta acaba gerando sentimentos negativos, como estresse e ansiedade, e isso faz com que o cérebro não entenda o que de fato é fome ou gula.No caso do estresse, ele consome muita glicose, substância fundamental para manter o autocontrole, ou seja, uma pessoa estressada tem mais dificuldade para resistir as tentações. No caso da ansiedade, ela contribui para o desenvolvimento de hábitos compulsivos.Então, como fazer com que o cérebro entenda o desejo de emagrecimento?Para isso acontecer, o foco não pode ser totalmente na alimentação, mas, sim, no conjunto de hábitos saudáveis, como por exemplo, a prática de exercícios e até mesmo a meditação. Pois essas atividades podem modificar a forma como o cérebro pensa e estabelecer uma relação saudável com corpo, mente e hábitos.

Como saber que estou perdendo peso de forma saudável?

Bom, nem sempre perder peso significa que está fazendo do jeito certo, no entanto, existem maneira de monitorar o emagrecimento e entender se está indo no caminho certo ou não.Por isso é sempre orientado fazer este processo de emagrecimento com o acompanhamento de um médico especialista. No entanto, listamos algumas maneiras de identificar a perda de peso forma saudável ou não.

Emagrecendo certo

– Mais disposição no dia-a-dia;– Melhor condicionamento físico;– Se sente mais forte e saudável;– Vontade de manter uma alimentação equilibrada;–  Bom humor, boa autoestima;– E, claro, redução de circunferência ou manutenção de peso.

Emagrecendo errado

– Mal humor;– Compulsão por alimentos;– Emagrecimento muito rápido;– Mudança de humor repentina;– Sintomas como dores de cabeça e tontura.São vários fatores que influenciam no emagrecimento, para fazer isso de uma maneira saudável é extremamente importante que um médico faça esse acompanhamento, além de claro, entender o próprio corpo e hábitos.Autocuidado é algo essencial para esse processo, pois, ele traz responsabilidade com a própria saúde.Continue acompanhando o site da Nature Center para ler mais sobre saúde e qualidade de vida.

Como controlar a fome excessiva durante a dieta?

Manter a linha em uma reeducação alimentar não é tarefa fácil. Quem já tentou que o diga, afinal, existem muitas tentações ao nosso redor, além de fatores como ansiedade, estresse e outros que surgem para atrapalhar nossa força de vontade. Não é à toa que as pessoas costumam adiar o início da dieta e muitas desistem logo nos primeiros dias. Realmente essa fase inicial é a mais delicada, mas também é crucial para o sucesso do processo. É normal encontrar dificuldades nesse período, afinal o corpo ainda está se adaptando aos novos hábitos. Mas, depois que o organismo entra no ritmo, fica muito mais fácil e os resultados são recompensadores. Além disso, existem algumas táticas que podemos usar para facilitar essa jornada e evitar os deslizes. Confira a seguir dicas de como manter o foco e atitudes práticas do dia a dia de como focar na dieta para alcançar os resultados desejados mais rápido e com saúde:

Aprenda a diferenciar a fome da vontade de comer

Se você é o tipo de pessoa que não consegue controlar a fome o e está sempre beliscando alguma coisa, especialmente aqueles petiscos nada saudáveis, saiba que esse hábito pode ser o seu lado emocional falando. Por isso, o primeiro passo para conseguir se manter na dieta é aprender a identificar a fome fisiológica. Diferente da emocional, que é repentina e urgente, a fome verdadeira surge e aumenta gradualmente, além disso ela não desaparece se você fizer outra atividade para se distrair.Já a vontade de comer não tem a ver com as necessidades fisiológicas, e sim com estado mental ou emocional, como em situações tristes ou muito felizes, momentos de tensão ou ansiedade. Saber diferenciar uma da outra é fundamental para garantir o sucesso da dieta, pois assim você saberá o que fazer diante de cada sintoma. Se a sua fome for emocional, fazer atividades que o distraiam ajuda a resistir à tentação de ingerir alimentos calóricos. Mas, se for algo recorrente, talvez seja preciso procurar a ajuda de um psicólogo para identificar o gatilho que desencadeia nessa sensação.

Coma antes da fome apertar

Para controlar a fome é preciso tomar as rédeas da situação e não deixar ela te pegar. Ou seja, quanto maior o apetite, maiores são as chances de um exagero, não é mesmo? O problema é que quando isso acontece o nível de insulina dispara no organismo, causando um pico que provoca, em seguida, uma sensação de cansaço e mais fome. Isso pode gerar um ciclo difícil de ser quebrado. Para evitar essa situação, o ideal é se antecipar e fazer uma refeição antes de chegar a um estado crítico. Por isso, quando houver um sinal de fome leve, você pode aproveitar para comer menos e mais devagar, assim o organismo mantém o ritmo de trabalho e disponibiliza mais energia para o corpo.

Comece pela salada

Parece irrelevante, mas “forrar” o estomago com uma salada antes do prato principal pode fazer toda a diferença em uma dieta saudável. Isso porque, começar com essa opção leve e nutritiva aumenta a saciedade e, consequentemente, ajuda a reduzir a quantidade do próximo prato que, geralmente, é mais calórico. Por isso invista em uma salada bem variada e cheia de cor, rica em folhas verdes, verduras e legumes. Para temperar você pode acrescentar azeite extra virgem e limão, que também ajudam a reduzir o apetite.

Invista nas fibras e gorduras boas

A fome em excesso pode ser sinal de que seu organismo não está recebendo todo o aporte nutricional que ele precisa para funcionar corretamente. Por isso, o ideal é apostar em ingredientes que, além de nutritivos, também sejam alimentos que saciam a fome, capazes de prolongar essa sensação por mais tempo, como as fibras e gorduras boas. Alimentos como brócolis, frutas, leguminosas, grãos, cereais e vegetais, especialmente as folhas verdes, são ricos em fibras e, por isso, são digeridos mais lentamente pelo organismo. Com isso, a saciedade é prolongada e você acaba comendo menos.Já as gorduras boas, encontradas nas oleaginosas, como amêndoas, nozes e castanhas, em peixes como o salmão, ou em alimentos como o abacate e azeite de oliva extra virgem, também ajudam a retardar o esvaziamento gástrico, além de contribuírem para a melhora da saúde como um todo. Muitas pessoas excluem as gorduras do cardápio durante a dieta, mas é um erro, pois elas promovem saciedade e energia para o corpo, evitando a fome em excesso. E, quando consumidas com moderação, não prejudicam em nada a perda de peso, pelo contrário, elas podem acelerar esse processo e favorecer uma dieta saudável.

Mantenha o corpo hidratado

A desidratação produz uma sensação que é facilmente confundida com fome, os sinais são os mesmos e confundir um com o outro é mais comum do que se imagina. Portanto, você pode apenas estar com sede. Além disso, muitas pessoas vivem em um estado de desidratação crônica sem nem perceber e o resultado disso é fraqueza e dificuldade de concentração. Manter o corpo hidratado é vital para o seu bom funcionamento. Por isso você deve consumir ao menos os dois litros diários recomendados para ter o corpo bem-disposto e a mente alerta, além de evitar a tal fome que, na verdade, pode ser sede.

É melhor prevenir

Controlar a dieta fica muito mais fácil quando há um planejamento prévio, especialmente se você faz suas refeições fora de casa. Na rua o número de tentações fica muito maior e na hora que a fome bate fica difícil resistir. O fato é que nem sempre é fácil achar opções de lanches saudáveis quando precisamos comer fora, por isso, o ideal é andar com porções de petiscos saudáveis e lanches que podem saciar sem desviar do propósito. Os especialistas recomendam fortemente as refeições fracionadas ao longo do dia, que consistem em três principais e três lanches intermediários. Então, se você for trabalhar, estudar ou passear, prepare uma marmita ou lancheira com opções saudáveis que poderão te ajudar a manter o foco.

Controle suas emoções

Comer por ansiedade é mais comum do que parece. Quem nunca descontou na comida alguma tristeza ou frustração que atire a primeira pedra, não é mesmo? A nossa mente é muito mais poderosa do que parece e, para evitar a fome emocional, é preciso aprender a controlar pensamentos e emoções que sirvam de gatilho. Uma boa maneira é procurar distrações e tarefas que desviem os pensamentos. A primeira fase da dieta é, geralmente, a mais difícil. Assim que os resultados começarem a aparecer a disposição e força de vontade aumentam muito. Então, já sabe, pode contar conosco: aqui no Blog da Nature Center você encontra o melhor conteúdo sobre dieta e suplementação, por isso, fique sempre de olho no nosso conteúdo!

Dieta Low Carb realmente funciona? Entenda como ela funciona

Se, recentemente, você buscou por uma dieta para perder peso na internet, certamente se deparou, dentre os resultados, com a famigerada Dieta Low Carb – uma das tendências fitness mais faladas dos últimos tempos. O método, que consiste em seguir um cardápio restrito quanto ao consumo de carboidratos, ganhou muitos adeptos graças a promessa de dar um choque no metabolismo e propiciar um emagrecimento mais rápido, se comparado com os regimes convencionais. Deixando em segundo plano detalhes como quantidade das porções e as calorias, a dieta preconiza, na realidade, um consumo bem reduzido e qualificado de carboidratos. Como esses alimentos são nossa principal fonte de energia, sua restrição na dieta estimularia o organismo a usar os estoques do corpo, ou seja, os depósitos de gordura. Mas, será que a Low Carb funciona mesmo? Tire suas dúvidas abaixo:

Como funciona a dieta low carb?

Numa dieta convencional, segundo nutricionistas, os carboidratos devem compor entre 45 e 55% do cardápio. Isso significa que alimentos como o arroz, feijão, massas, grãos, cereais, tubérculos e legumes cozidos não devem preencher um espaço muito inferior ou muito além da metade do prato. Os outros 40-55% da refeição devem ser complementados por proteínas, gorduras boas e alimentos ricos em fibras, como vegetais crus, oleaginosas, azeite de oliva e carnes magras. Isso é um exemplo de prato “equilibrado”.No entanto, na dieta low carb, o “espaço” para carboidratos é bem menor, não podendo ultrapassar 20% do prato. Ou seja, se você se pergunta como fazer a dieta, nesse plano alimentar, os mesmos alimentos (arroz, feijão, massas, grãos, cereais, tubérculos e legumes cozidos) só podem ocupar 1/5 do prato, sendo que o restante (no mínimo 80%) deve ser composto por proteínas, gorduras boas e alimentos ricos em fibras. Com essa “oferta” bem menor, o organismo precisa compensar a falta de energia rápida proporcionada pelos carboidratos, acionando outros mecanismos para manter-se ativo, como, por exemplo, a queima de gorduras.

Cardápio da dieta low carb

Mas nem tudo é tão simples: embora, a dieta no carb, como também é conhecida, não limite tanto o tamanho das porções ou as calorias, é preciso ter bom senso e fazer escolhas certas para que o regime realmente dê resultado. Além da regra dos 20% valer para todas as refeições, ou seja, para o café da manhã, para os lanches (da manhã e da tarde) e ceia, não é qualquer carboidrato que pode entrar no cardápio. Veja alguns exemplos do que pode, o que não pode e a razão para tal:

Alimentos permitidos:

  • Arroz integral e outros cereais integrais;
  • Frutas de baixo índice glicêmico (coco, ameixa, morango, abacate, kiwi, maracujá, etc.);
  • Hortaliças e vegetais folhosos;
  • Legumes ricos em fibras (preferencialmente crus e com casca);
  • Proteínas magras (carne vermelha com pouca gordura, carne branca, peixes, ovos, queijos magros, etc.)
Porque são importantes: Por serem ricos em fibras, esses carboidratos são absorvidos mais lentamente pelo organismo, ou seja, demoram mais para serem digeridos e se transformam em “energia” num ritmo mais devagar. Além de ajudar na saciedade, o açúcar que entra na corrente sanguínea (ao ser digerido, todo carboidrato vira açúcar e vai para corrente sanguínea, a fim de ser usado como combustível para o corpo) tem mais tempo para ser utilizado pelo organismo antes de virar “estoque de energia”, ou seja, gordura.

Alimentos proibidos

  • Farinha branca e derivados (pães, massas, arroz branco)
  • Alimentos ricos em amido (inclusive legumes como a batata, milho, etc.)
  • Frutas de alto índice glicêmico (banana, melancia, manga, uvas, mamão, etc.)
  • Açúcar refinado e alimentos industrializados
  • Grãos que contém glúten
  • Gorduras ruins (manteiga, gordura hidrogenada, óleos vegetais, etc.)
Porque são prejudiciais: Também conhecidos como “carboidratos simples”, esses alimentos são digeridos com muita facilidade pelo organismo, fazendo com que sejam rapidamente convertidos em açúcar no sangue. Esse pico de glicose faz com que o corpo precise liberar muita insulina – um hormônio que, enquanto ativo, inibe a queima de gorduras e, além disso, favorece seu acúmulo. Como o corpo não consegue aproveitar tanta energia de uma única vez, acaba direcionando o excesso para os estoques energéticos, como, por exemplo, o tecido adiposo.

Benefícios da dieta

Contribui para a reeducação alimentar

Uma das premissas do método é estimular a alimentação de verdade, ou seja, mais natural possível. Isso significa que você certamente vai ter que preparar suas próprias receitas low carb. Isso, por consequência, faz com que você se torne mais consciente de suas escolhas. Nesse ponto, a low carb serve, até mesmo, para a reeducação alimentar, visto que não é um regime passageiro, mas sim, um estilo de vida.

Aumenta a saciedade

Os alimentos recomendados na dieta low carb são ricos em fibras e proteínas, ambos de difícil digestão. Esse esforço extra para processar a refeição retarda o esvaziamento gástrico e prolonga a sensação de saciedade, ou seja, o indivíduo certamente vai levar mais tempo para sentir fome novamente.

Ajuda na perda de peso

Sem dúvidas, saber se a dieta low carb emagrece mesmo é uma das questões mais pertinentes de quem deseja seguir o método. De fato, diversos estudos apontam que, quando bem orientado, o plano alimentar é eficaz para a perda de peso. Mas, para que realmente propicie um emagrecimento sustentável a longo prazo, o mais recomendado é procurar a orientação de um nutricionista antes de cair de cabeça na dieta. Isso porque reduzir drasticamente o consumo de carboidratos de uma hora para outra pode provocar, além de sintomas bem desagradáveis, maior risco de efeito sanfona, ou seja, mais chances de recuperar o peso perdido (ou até mais), pouco tempo depois de voltar a rotina alimentar convencional. É por isso que muitas pessoas encaram o low carb não como uma dieta, mas como um estilo de vida, onde as mudanças são feitas progressivamente até que se tornem um hábito permanente.Aliás, com tantos adeptos, a cada dia surgem novas informações e receitas sobre a dieta low carb na internet. Por isso, para ficar sempre por dentro do que é, de fato, bom para sua forma e sua saúde, não deixe de acompanhar o Blog da Nature Center!

Conheça melhor a dieta cetogênica

Dentre os maiores desejos de quem quer mudar o corpo está a redução de medidas, não é mesmo? Afinal, quem não gostaria de perder um pouco de peso e se ver diferente em frente ao espelho? Mas, mais que isso, o emagrecimento saudável também pode proporcionar melhor qualidade de vida. Isso, principalmente se você focar em uma dieta especial para a redução da gordura visceral, responsável por prejudicar o organismo e causar diversas doenças como, por exemplo, o fígado gordo.Se seu objetivo é diminuir o índice de gordura no corpo e perder peso sem ter massa muscular prejudicada, além de melhorar sua qualidade de vida, existem opções de dietas como, por exemplo, a cetogênica que pode te ajudar a eliminar a gordura com mais eficácia e rapidez.  Quer saber como? Confira:

O que é a dieta cetogênica?

Considerada uma dieta que ajuda a emagrecer, a cetogênica é um regime que defende a exclusão por completo de qualquer tipo de carboidrato como, por exemplo, o pão e o arroz e, incentiva o consumo de alimentos ricos em gorduras e proteínas.Segundo as premissas da dieta, isso faz com que seu organismo comece a utilizar a própria gordura como fonte de energia ao invés do que ingere. Composta por um cardápio de 10 a 15% de carboidratos, 30% de proteínas e 50% de gorduras, a dieta cetogênica pode ser uma auxiliadora na perda de peso e prevenção de doenças como, por exemplo, a diabetes, relacionada ao alto consumo de açúcares e carboidratos.

Como funciona?

Como há uma redução drástica de carboidratos na alimentação, é importante compensar esse fator incluindo um aumento de consumo de gorduras consideradas boas. Por isso, uma opção durante a dieta cetogênica é usar um cardápio à base de abacate, coco, azeite, amêndoas, nozes, castanhas e amendoim. Além disso, não se esqueça de consumir mais proteínas que te ajudam a saciar a fome e regenerar os músculos como carnes vermelhas magras, frango ou peixe grelhados no almoço ou na jantar e incluir ovo e queijos nos lanches intermediários.

Como fazer a dieta cetogênica para emagrecer?

Como um dos pilares da dieta cetogênica é a exclusão dos carboidratos e açúcares de forma radical da sua rotina, essa atitude pode influenciar no seu emagrecimento. E isso não acontece só porque você fica longe de alimentos industrializados que podem prejudicar sua saúde, mas também porque o corpo é induzido a entrar no estado de cetose, ou seja, utilizar a gordura do próprio corpo como fonte de energia. Desta forma, você perde peso de forma mais rápida e não sente tanta fraqueza ao longo do dia.Aliás, segundo profissionais da área de saúde, alguns estudos mostram que esse tipo de dieta, em termos de composição corporal, promove uma redução maior de gordura abdominal, por isso, pode ser muito benéfica para quem quer reduzir medidas da barriga. Além disso, também reduz a retenção de líquido do corpo. Mas, para fazê-la é importante é que não se estenda muito seguindo a dieta. O ideal é seguir a cetogênica fazendo intervalos: durante cinco dias e, reservar dois para se alimentar normalmente, optando por consumir carboidratos complexos como o arroz integral e a batata doce.

O que é comer ou não durante a dieta?

  • Permitidos: Carnes, peixes, ovos, presunto, linguiça e bacon, azeite, óleos, manteiga, margarina, queijos, creme de leite, iogurtes sem açúcar, amendoim, noz, avelã, castanha, frutas, legumes e verduras, sementes como linhaça, chia, girassol e molhos como maionese e mostarda.
  • Não permitidos: arroz, macarrão, milho, feijão, soja, ervilha, grão-de-bico, farinha de trigo, aveia, pão, torradas, batata, bolos, doces, biscoitos, chocolate, açúcar e adoçantes, achocolatado em pó, leite, pizza, lasanha e iogurtes com adição de açúcar.
Gostou dessa dica incrível? Apesar de ser vantajosa para perder peso, é importante que não se esqueça de sempre consultar um médico especialista e um nutricionista para te acompanharem no processo de emagrecimento. E, para otimizar ainda mais sua dieta, conte com os produtos da Nature Center!

Por que você tem inchaço no corpo e como evitar?

Sabe aquela sensação de estar pesando mais do que o normal? Nem sempre essa impressão está relacionada ao ganho de peso, mas sim à uma quantidade desequilibrada de líquidos e sais minerais que ficam no seu organismo e causam uma sensação desconfortável de “inchaço” e estufamento.Comum, principalmente, nos dias mais quentes, em que ocorre a dilatação dos vasos sanguíneos e acúmulo de água nas células, a retenção de líquidos pode ser causada por problemas hormonais, mau funcionamento do organismo e, também, pela alimentação. Por isso, é importante sempre estar atento aos alimentos que está ingerindo na sua dieta habitual e a quantidade de líquidos que toma por dia. De fato, o inchaço no corpo é um grande vilão dos regimes e do bem-estar, mas existem maneiras de diminuir esse desconforto com passos simples. Quer saber como? Então confira:

Por que você tem inchaço?

Muitas vezes no final da tarde ou após uma refeição, é comum nos sentirmos mais estufados e com uma retenção de líquido maior que também faz com que você “ganhe mais peso”. Mas, você já se perguntou o por quê que isso acontece? Na verdade, o inchaço ocorre pelo simples fato da proporção de água do corpo ficar em menor quantidade que os sais minerais. Isso faz com que os rins sejam forçados a compensar a falta de água, retendo o líquido para diluir o excesso de sódio no organismo. Por isso, quando estamos inchados, sentimos um desconforto em diversas partes do corpo.Inchar é um processo natural do corpo, mas, as mulheres tendem a sofrem mais com o problema, especialmente em períodos como o ciclo menstrual e a gravidez. Isso porque as flutuações hormonais próprias desses períodos favorecem a retenção de líquidos. Mas, dentre os fatores externos, a alimentação é, sem dúvida, um agravante. Perceber um inchaço acima do normal nesses dias e, principalmente, nos demais, pode significar que a alimentação está prejudicando o bom funcionamento do organismo. Por isso, quem quer evitar o inchaço nas pernas, barriga e pés, precisa ficar atento a dieta, especialmente no diz respeito ao consumo de sódio.

Como evitar o inchaço no corpo?

Evite bebidas gaseificadas e alcoólicas

Tomar refrigerantes e outras bebidas gaseificadas faz com que você sofra ainda mais com o inchaço. Isso porque, os gases dilatam o estômago, o que causa desconforto e uma sensação de “satisfeito”. Outra opção de bebida, a alcoólica, também provoca uma inflamação momentânea que causa o inchaço que, por mais que seja temporário, pode agravar uma possível retenção de líquido que você já tenha. Isso porque, esses tipos de bebidas são ricas em sódio e carboidratos refinados, um vilão que também influencia no inchaço das pernas, barriga e pés. Para evitar esses efeitos, opte por beber mais água sem gás e sucos diuréticos que ajudam na eliminação de líquidos.

Modere o consumo de certos alimentos

Alguns tipos de comida são mais difíceis de serem digeridas pelo organismo, justamente por não se quebrarem com tanta facilidade na hora da absorção do intestino. E é exatamente essa fermentação que produz gases que podem levar a um corpo inchado e a um ganho de peso momentâneo. Por isso, é importante equilibrar o consumo de repolho, brócolis, todos os tipos de couve, batata doce, feijão, ovo, cebola, leite e alimentos ricos em açúcar, que são os causadores de flatulência. Lembrando que, por mais que favoreçam o inchaço, esses alimentos não devem ser eliminados da alimentação, pois são ricos em nutrientes e contribuem muito para uma dieta saudável.

Beba mais água

A água também pode atuar como um diurético natural durante o dia, por isso, deve ser bastante consumida junto com uma refeição balanceada para diminuir a sensação de pernas inchadas e abdômen volumoso. Caso não consiga beber muita água, experimente colocar alimentos diuréticos na bebida, como folhas de hortelã e pedaços de gengibre. Além disso, existem chás para retenção de líquido que são desintoxicantes e ajudam na diminuição do inchaço como, por exemplo, o verde, de hibisco, cavalinha, gengibre, dente de leão, hortelã e alecrim.

Coma mais proteínas magras

Para aprender como acabar com a retenção de líquido em excesso, é importante se atentar ao que está comendo. Normalmente, para diminuir o inchaço, é necessário incluir na sua dieta proteínas com menor teor de gordura e que atuam como diuréticos naturais como, por exemplo, queijos magros, carne branca (peixes e aves) e soja. Desta forma, a água em excesso do organismo é eliminada junto com a creatinina e ureia, elementos que, quando retirados, ajudam a aliviar a retenção de líquido. Porém, apesar de serem muito benéficas, é importante não exagerar no consumo das proteínas, pois, isso levará a uma superprodução de componentes que podem fazer mal ao organismo. Por isso, sempre que for seguir uma dieta, procure um profissional como um nutricionista para te ajudar a criar uma dieta especial e te ensinar corretamente como eliminar a retenção de líquido do corpo.Viu só como seguindo esses passos você pode diminuir sua retenção de líquido e melhorar sua qualidade de vida? Então continue acompanhando o blog da Nature Center para ficar por dentro de dicas que podem ser muito benéficas para sua saúde!

O que é Jejum intermitente e ele ajuda a emagrecer?

Emagrecer com saúde é o sonho de muitas pessoas que não estão totalmente satisfeitas com o corpo, não é mesmo? Mas, em busca da cinturinha fina, músculos definidos e barriga chapada, muitos recorrem a dietas malucas que prometem a perda de peso rápida. Mas, na verdade, esse tipo de método pode causar um grande dano ao seu organismo e, dar ainda mais dor de cabeça na hora de cuidar do corpo. Por isso, ao contrário dos regimes encontrados em revistas e blogs, o jejum intermitente propõe uma nova forma de se alimentar que pode ser extremamente eficaz se o objetivo é emagrecer. Sem uma proposta de restrição exagerada como muitas dietas, o jejum está mais para uma reeducação de hábitos alimentares que pode ser muito eficaz para o seu dia a dia. Se quiser conhecer melhor essa prática, confira:

O que é a dieta do jejum intermitente?

O jejum intermitente é o nome dado a um estilo de vida, como defendem seus adeptos, que alterna os períodos de jejum com os de alimentação correta. Essa não é uma dieta que restringe quais os tipos de alimentos que você deve comer, mas sim quando é necessário se alimentar. Dentre seus períodos de jejuns, está o diário de 16 horas e o de 24 horas, feito duas vezes por semana. Curioso, não?E, apesar de muitas pessoas acharem que essa não passa de mais uma dieta que ajuda a emagrecer “passando fome”, na verdade os seguidores do intermitente defendem que a prática de ficar longos períodos sem se alimentar vem desde a pré-história e de religiões que tem como prática em determinadas datas. E, como era comum passar por longos períodos com pouca ou nenhuma comida, o corpo se tornou capaz de funcionar sem consumir alimentos por longos períodos de tempo.

Como fazer o jejum?

Jejum de 12 horas

Esse é o mais utilizado e de fácil adaptação, pois você passa metade do dia sem comer, incluindo as oito horas recomendadas de sono. Nele é indicado que faça três refeições ao longo do dia, seguindo as doze horas sem interrupções. Por exemplo, se sua última refeição foi às 20h da noite, deve permanecer até às 8h da manhã sem se alimentar.

Sistema Leangains

Para perder a barriga, o sueco Martin Berkhan devolveu esse método que propõe que a pessoa fique de jejum por 16 horas, podendo fazer entre duas e três refeições nas oito horas restantes do dia, o que é chamado de janela de alimentação. Desta forma, você escolhe o melhor momento para criar seu próprio momento de se alimentar.

Protocolo coma – pare – coma

Com esse método, a pessoa escolhe um ou dois dias da semana para jejuar por completo. Ou seja, ela fará apenas uma refeição e só comerá de novo no mesmo horário do dia seguinte. Para quem quer emagrecer com esse jejum, é importante lembrar que a adaptação desse é mais é mais difícil, por isso, se for tentar, faça refeições ricas em fibras antes de começar.

Mas afinal, o jejum emagrece mesmo?

De fato, o jejum intermitente te ajuda a reeducar sua alimentação e, consequentemente, emagrecer. Isso porque, quando você jejua, naturalmente faz menos refeições, o que leva a uma redução no consumo de calorias diárias. Além disso, como emagrecer está ligado a ação dos hormônios, essa dieta também ajuda na perda de peso alterando seus níveis no corpo e aumentando a produção de noradrenalina, um hormônio que auxilia na queima de gordura. Aliás, de acordo com um estudo realizado aqui no Brasil, como fazer o jejum intermitente exige uma mudança na forma de se alimentar, pessoas que participaram da pesquisa perderam entre 4 e 7% das medidas na barriga já nas primeiras semanas praticando a dieta. Isso indica que, boa parte perdeu uma grande quantidade de gordura visceral, bastante prejudicial ao organismo por crescer em volta dos órgãos e causar diversas doenças graves.Outro ponto importante apontado pelos cientistas é que o jejum intermitente te ajuda a emagrecer com saúde, pois, causa menos perda de massa muscular que as dietas mais tradicionais. Legal, não? Realmente esse método tem suas vantagens, mas é importante que se lembre de comer comidas saudáveis durante as janelas de alimentação e sem exageros, afinal, se trata de uma reeducação alimentar também em prol do seu bem-estar. E, como o assunto é saúde, não se esqueça de procurar um acompanhamento médico e nutricional na hora de seguir o jejum intermitente. Desta forma, os profissionais te ensinam a como fazer uma dieta corretamente e criam um cardápio para que emagreça com saúde sem que tenha que passar fome ou sinta mal-estar durante o jejum.Gostou desse artigo? Então continue acompanhando nosso blog com dicas e curiosidades sobre o mundo do emagrecimento e suplementação. E, se quiser uma ajudinha na perda de alguns quilinhos ou no ganho de massa, entre agora no site da Nature Center e conheça nossa variedade de produtos que vão te surpreender!

Combine chá e café e turbine sua queima de gordura

Um chá quentinho vai bem em diversas ocasiões, geralmente as pessoas recorrem e eles quando estão resfriadas, em dias frios ou, até mesmo, para relaxar e aliviar a tensão após um dia cheio, mas são poucos que conhecem e fazem uso das opções funcionais, especialmente os termogênicos, que garantem mais energia e disposição e ainda contribuem para a boa forma, acelerando o metabolismo. Assim como os chás, é difícil encontrar alguém que não se sinta atraído pelo aroma e sabor marcantes do café, no entanto, na mesma proporção, as pessoas desconhecem seu efeito poderoso, não só para a saúde em geral, mas também na redução e manutenção de medidas. É possível alinhar o consumo tanto de chás como do bom e velho cafezinho a um cardápio balanceado e obter todos os efeitos benéficos desses estimulantes para potencializar a saúde e ainda impulsionar o emagrecimento.

O segredo está na cafeína

O Brasil é, sem dúvidas, a terra do café. A bebida já conduziu a economia nacional e está enraizada em nossa história e cultura. Muitos brasileiros são amantes do grão e não abrem mão de apreciar um café fresquinho antes de começar o dia, no entanto, seu principal componente: a cafeína, já foi taxada como uma vilã da saúde por muito tempo, porém, atualmente, estudos estão sendo conduzidos para desvendar seus benefícios e derrubar esses mitos acerca da substancia que, se usada corretamente, não só não é prejudicial como também pode prevenir e, até mesmo, combater diversas doenças.

Principais efeitos

A substância ativa regiões importantes no cérebro e seu efeito estimulante está associado a potencialização do sistema cognitivo, ela também é capaz de melhorar o desempenho físico, pois diminui a percepção de esforço ao praticar um exercício, dessa forma a atividade parece mais fácil do que realmente é. A cafeína ainda poupa os estoques de glicogênio muscular e retarda a fadiga, por isso, seu consumo, associado a uma dieta balanceada, contribui para acelerar a queima de gordura e está se tornado cada vez mais popular para a perda de peso.

Sabor e saúde

A melhor notícia é que, ao contrário do que se acreditava no senso comum, seu consumo regular não está relacionado a doenças cardíacas e ainda traz uma série de benefícios ao organismo. Além do café, onde está presente em maior quantidade, a substância também é encontrada naturalmente em alguns alimentos como o cacau, o guaraná e chás como o de erva-mate, mas especialmente, o chá preto e o chá verde. Além disso há alguns produtos como refrigerantes, energéticos e, até mesmo, medicações que possuem cafeína adicionada artificialmente.Segundo a nutricionista Sinara Menezes é possível alternar o consumo de alimentos fontes da substância para obter todos os seus benefícios: “Para aqueles que já apreciam o café é interessante aliar o consumo com os chás para potencializar seus efeitos, já no caso de quem possui algum problema gastrointestinal, como azia, gastrite ou refluxo, a melhor opção pode ser a ingestão dos chás, que são uma versão mais suave com a mesma eficiência, principalmente no caso do chá verde e o chá preto, que possuem mais propriedades terapêuticas do que outras infusões de ervas” – explica a profissional da Nature Center.

Termogênicos poderosos

Para metabolizar os alimentos ingeridos o corpo demanda de certa quantidade de energia, que varia de acordo com a complexidade do processo. Alguns demoram mais que outros, especialmente os termogênicos, por isso eles, consequentemente, gastam mais calorias e auxiliam no processo de queima de gordura. Eles são capazes de elevar a temperatura interna do corpo, assim, a queima de lipídios aumenta para tentar estabilizar esses níveis, isso induz o metabolismo a trabalhar num ritmo acelerado por mais tempo. Portanto, alimentos termogênicos como o café, o chá verde e o chá preto são grandes aliados na luta contra a balança e podem ser consumidos ao longo do dia para obter mais disposição e energia para enfrentar a rotina de trabalho, estudos e academia.

Chás com propriedades terapêuticas

Uma planta chamada Camellia sinensis dá origem a dois chás muito conhecidos e amplamente consumidos no mundo todo, o chá verde e o chá preto. Essas duas bebidas se destacam entre os melhores termogênicos naturais, e ainda tem propriedades antioxidantes e funções diuréticas, que diminuem o inchaço do corpo e combatem a retenção de líquidos. Menezes explica que esses chás podem ser encontrados nas versões em pó solúvel, sachê ou cápsulas (esta última no caso do chá verde) e possuem uma ação estimulante sobre todos os órgãos do corpo: “sua alta concentração de flavonóides além de combater os radicais livres também ajudam a prevenir o envelhecimento celular. O chá verde, por exemplo, ainda contribui para o emagrecimento, devido a sua alta concentração de cafeína e catequina, substâncias capazes de acelerar o metabolismo, e elevar o gasto calórico”.

O sucesso do café verde

Uma versão menos popular do amado cafezinho é o green coffee, que está, aos poucos, se tornando famoso e conquistando adeptos até entre as celebridades e estrelas de Hollywood, isso graças a sua concentração de nutrientes mais elevada que a do café tradicional. O grão do café que estamos costumados a consumir para pelo processo de torrefação, que confere a cor preta da bebida e serve para amenizar seu gosto amargo, tornando-a agradável ao paladar, já o café verde, comercializado geralmente na forma de capsulas, não passa por esse processo e, portanto, tem suas propriedades naturais preservadas em níveis muito maiores. Assim, a especialista afirma que: “no café verde os principais nutrientes como a cafeína e o ácido clorogênico, que é uma substância responsável por estimular os neurotransmissores, favorecendo a quebra do tecido de gordura, permanecem no grão e potencializam seus efeitos benéficos ao nosso organismo”.

Propriedades antioxidantes

É comum ouvir falar a respeito de antioxidantes e seus benefícios ao organismo, porém poucas pessoas sabem de fato como essas moléculas agem e porque seu consumo é tão recomendado. Eles são compostos de vitaminas, minerais e outras substâncias químicas capazes de evitar a oxidação da estrutura celular e atuam no processo interno de limpeza do corpo, prevenindo diversas patologias, como derrames, envelhecimento precoce e problemas cardiovasculares, além disso, eles também são fundamentais para proteger células saudáveis de danos no DNA.Há uma grande variedade de alimentos ricos em antioxidantes como vegetais, frutas, grãos e cereais, eles também podem ser encontrados em suplementos e produtos cosméticos. “Uma alimentação balanceada fornece uma grande quantidade e variedade de antioxidantes, contribuindo para aumentar a defesa imunológica” – explica a nutricionista, ela afirma que os ácidos clorogênico presentes no café, especialmente no grão verde, são responsáveis por boa parte da ação antioxidante da bebida, já no caso dos chás são os flavonóides que carregam essa função: “isso contribui para inibir infecções e ainda reduz o risco de doenças inflamatórias, por exemplo, além de colaborar para a saúde cardíaca”.

A suplementação pode facilitar o dia a dia

Para os amantes do cafezinho a bebida já faz parte do cardápio matinal e pode ser incluída facilmente após o almoço ou no período da tarde, porém, para aqueles que não apreciam tanto, ou até mesmo pela correria do dia a dia não costumam consumir, a suplementação é a forma mais prática para aproveitar todos os benefícios, especialmente no caso do café verde, pois por se tratar de um composto feito puramente a base de cafeína concentrada, é mais indicado ingerir a substância por meio de pílulas de extrato do nutriente, que oferecem os mesmo resultados sem a necessidade de consumir bebidas que geralmente contém açúcar e outros aditivos químicos ou calóricos na composição.Já em relação aos chás termogênicos a especialista explica que é possível encontrar no comércio em diversas formas, desde as folhas secas para o preparo de infusão a pílulas mais práticas que já contém a dosagem certa: “Fica à critério de cada um verificar o que se adapta melhor de acordo com a rotina diária, mas é fundamental buscar fontes seguras para alcançar todos os benefícios que o nutriente pode oferecer. Em geral, é recomendável que a ingestão seja feita durante o dia, antes das principais refeições e do treino, para otimizar o rendimento das atividades físicas. Além disso é preciso evitar o exagero para o efeito estimulante não prejudique o sono”. Sinara também alerta sobre a importância de ter o acompanhamento de um profissional da saúde para controlar as porções ingeridas, especialmente no caso de gestantes, nutrizes e pessoas com problemas crônicos.Fonte: Nature Center

Lanches intermediários: saiba fazer as escolhas certas

Fracionar as refeições é um grande aliado da saúde e boa forma, porém, deve-se atentar para escolhas saudáveis

Muitos sabem, nem todos praticam corretamente – comer de 3 em 3 horas é uma das principais regras da alimentação saudável. Mais do que uma moda das dietas de emagrecimento, o hábito atende uma das necessidades biológicas mais básicas: nosso organismo funciona como um motor que precisa constantemente de combustível e sua principal fonte de energia vem justamente dos alimentos. Por ser uma medida comprovadamente benéfica a saúde, é cada vez mais comum observar pessoas que, por iniciativa própria, decidem incorporar o hábito no dia-a-dia e passam a buscar opções práticas para consumo entre as principais refeições. O grande problema é que nem todas procuram orientação adequada e ficam sujeitas a escolhas equivocadas, consumindo alimentos que não são tão saudáveis quanto se imagina.

Porque fazer lanches entre as refeições

Quem nunca ficou horas sem se alimentar, acabou atacando um prato digno de um glutão e em seguida ficou completamente indisposto? A fome incontrolável nessas situações é reflexo do longo período sem energia. Jejuns prolongados colocam o organismo em estado de alerta e o corpo vai tentar compensar essa “escassez” de alimentos na próxima refeição. Porém, isso não se resume somente ao apetite exacerbado: para preservar as funções vitais, o corpo reduz o metabolismo, minimiza o gasto calórico e aumenta o estoque de gordura nos tecidos. Esse fato explica o porquê da alimentação a cada 3 horas ser uma das premissas da perda de peso. De acordo com a nutricionista Sinara Menezes da Nature Center “Além de manter a oferta de energia equilibrada, fracionar a alimentação ao longo do dia promove a sensação de saciedade e ajuda a controlar a glicemia e a secreção do cortisol – hormônio associado ao acúmulo de gordura visceral.”  Ou seja, além de favorecer o emagrecimento, a prática beneficia a saúde com um todo: manter o organismo alimentado favorece a produção de insulina e afasta crises de irritabilidade e mau humor – isso porque o cérebro é um dos primeiros órgãos a sofrer com longos períodos sem suprimentos.

Como deve ser um lanche intermediário

Essas pequenas refeições devem representar entre 10 e 15% do total de calorias consumidas ao longo do dia, ou seja, se a dieta de um adulto saudável tem em média 2.000 calorias (Ministério da Saúde), cada lanche deve ter entre 200 e 300 calorias. Porém, diversos fatores devem ser observados nessa questão “Se a pessoa fizer dois pequenos lanches entre almoço e jantar por exemplo, somam-se cerca de 600 calorias, logo, sobram 1.400 calorias para serem fracionadas entre café da manhã, almoço e jantar. Justamente por isso é preciso fazer opções saudáveis para que não se perca o controle da dieta, ainda mais considerando que elas devem ir de encontro com o perfil metabólico do indivíduo e seus objetivos, seja o emagrecimento, manutenção do peso ou ganho de massa muscular.” – explica Sinara. É justamente aí que mora o perigo: devido a praticidade de muitos alimentos industrializados, muitos se apegam aos rótulos e se baseiam somente na quantidade de calorias de determinado produto, quando na verdade, a qualidade do lanche vai muito além da desse fator

Fazendo escolhas de qualidade no supermercado

A alimentação natural é uma das formas mais seguras de se fazer boas escolhas: frutas, legumes, vegetais, proteínas magras e grãos integrais são os pilares da boa mesa. Porém, com o estilo de vida moderno, fica cada vez mais difícil preparar, preservar e transportar esses alimentos na saga diária de trabalho, escola e academia. Não é de se admirar o crescente apelo comercial dos produtos industrializados quanto sua qualidade fit, light e diet. Esses alimentos não são de todo vilões, mas também não são tão mocinhos quanto se imagina. É fundamental se informar e tomar cuidados básicos quando se opta por um lanche vindo diretamente da prateleira do supermercado.Prova disso é que apesar do aumento do interesse dos brasileiros pela tabela nutricional dos produtos, a principal preocupação ainda se restringe a quantidades de calorias dos alimentos. Uma pesquisa realizada pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do consumidor) em 2013 demonstrou que a maioria dos consumidores (32%) atentou-se mais para essa informação, enquanto os demais nutrientes ficaram em segundo plano. Contudo, a nutricionista enfatiza que ao optar por um alimento industrializado é essencial considerar diversos fatores “Um exemplo clássico é que determinados produtos destacam no rótulo a baixa quantidade de calorias. Porém, ao analisar a tabela nutricional atentamente, observa-se que esse número se refere à porção, que muitas vezes pode representar uma pequena fração do alimento. Se a pessoa não buscar as informações detalhadas, pode acabar consumindo muito mais calorias sem perceber.” Além disso, Sinara destaca outro ponto pouco observado pelos consumidores: “Além da tabela nutricional, é preciso analisar a lista de ingredientes. Ela é organizada de acordo com a concentração de cada item, ou seja, os que estão listados primeiro encontram-se em maior quantidade no produto. Logo, se você opta por uma barrinha de cereal que têm entre os 3 primeiros itens uma forma de açúcar, por exemplo, ela não é tão fit quanto parece.”

Barrinhas de cereal: opção saudável ou guloseima disfarçada

Quem nunca encheu a gaveta do trabalho de barrinhas de cereal ao iniciar uma dieta e ainda se sentiu orgulhoso disso? Prática, essa categoria de lanche possui baixas calorias e grande variedade de sabores, logo, são ótimas opções para essas refeições, certo? Nem sempre. Com intuito de torná-las mais atrativas e agradáveis ao paladar, a indústria alimentícia muitas vezes abusa de corantes e conservantes, sem contar a adição de ingredientes vilões da dieta. “É comum encontrar barras de frutas que não possuem nada do alimento, sendo aromatizadas e saborizadas artificialmente, por exemplo. Além disso, alguns fabricantes adicionam diversas qualidades de açúcar e gorduras com nomenclaturas diferentes.” – alerta a nutricionista. Porém, isso não significa que não existam boas opções: “O ideal é observar a lista dos ingredientes e escolher aquelas que possuem componentes verdadeiramente saudáveis como castanhas, sementes e grãos. Preferencialmente adoçadas com a própria fruta ou com alternativas mais saudáveis como o mel. Além disso, existem categorias especializadas como barrinhas proteicas, energéticas, sem glúten, sem lactose e outros tipos que buscam atender necessidades nutricionais específicas.” – explica.

Não sinto fome (ou sinto fome demais) nesses períodos, o que fazer?

Adotar o hábito de fazer pequenos lanches entre as refeições é parte de um processo de reeducação alimentar que favorece a saúde e o controle do peso, logo, disciplina é fundamental para que o organismo se acostume à prática e mantenha o metabolismo acelerado. Para aquelas pessoas que tem dificuldade de se alimentar em determinados períodos do dia, a nutricionista dá a dica “Oleaginosas são opções saudáveis que fornecem um bom aporte nutricional e calórico em pequenas porções: duas castanhas do Pará ou quatro castanhas de caju, por exemplo, já fornecem a quantidade de calorias necessárias de um lanche.” Porém, se a situação é oposta, com o apetite além do normal, também é possível driblar a fome sem exagerar “Quando se adota uma restruturação do cardápio, onde se reduz a quantidade ingerida nas principais refeições, é comum que algumas pessoas apresentem uma fome maior em alguns períodos, especialmente à tarde. O ideal é optar por alimentos ricos em fibras, como pães integrais, combinados de uma proteína magra como queijo cottage. Essa combinação promove uma digestão mais lenta e aumenta a saciedade. Para colaborar com essa sensação de estômago cheio, a inclusão de chás como o chá verde e o chá de hibisco também são alternativas válidas que turbinam o emagrecimento e ajudam a controlar a fome.” – exemplifica.

Lanchar antes de dormir é necessário?

No final do dia as refeições devem ser mais leves para que a digestão não atrapalhe o sono. Por isso, um lanche antes de dormir, ou a famosa ceia, deve ser feita somente se o intervalo entre o jantar e o descanso seja maior do que 3 horas. Ambas refeições devem ser leves, com baixa ingestão de gorduras e carboidratos, e também deve-se evitar o consumo de bebidas à base de cafeína. “Para quem deseja perder peso, é recomendável consumir uma bebida leve como um iogurte ou suco nutritivo, preferencialmente sem a adição de açúcar.” – se o objetivo é ganho de massa muscular, o descanso é tão fundamental quanto a atividade física, logo, a refeição deve ser nutritiva sem pesar no estômago. O ideal é preparar um lanche que contenha uma boa fonte de proteínas afim de auxiliar na recuperação dos músculos no período do sono “Oleaginosas, ovos ou uma salada acompanhada de uma proteína magra são opções leves e nutritivas para a refeição noturna.” – recomenda a nutricionista.

Praticantes de atividade física devem reforçar o lanche

A alimentação adequada é também de extrema importância para a prática esportiva: os resultados dos esforços na academia dependem diretamente da qualidade da dieta. Por isso, praticantes regulares de atividades físicas devem ter uma atenção especial com os lanches intermediários, especialmente aqueles que antecedem a hora do treino. Por possuírem um gasto calórico maior, essas pessoas devem ter uma ingestão mais qualificada de carboidratos e proteínas, afim de fornecer a energia necessária para os exercícios e também para a recuperação muscular posterior o esforço físico. Nesse âmbito, é importante que o lanche pré treino contenha uma fonte de carboidratos de rápida absorção, para que o alimento garanta a energia necessária durante o exercício. Depois da atividade, barrinhas proteicas ou uma vitamina a base de whey protein são opções práticas e de fácil ingestão que auxiliarão na recuperação muscular.

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