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Combine chá e café e turbine sua queima de gordura

Um chá quentinho vai bem em diversas ocasiões, geralmente as pessoas recorrem e eles quando estão resfriadas, em dias frios ou, até mesmo, para relaxar e aliviar a tensão após um dia cheio, mas são poucos que conhecem e fazem uso das opções funcionais, especialmente os termogênicos, que garantem mais energia e disposição e ainda contribuem para a boa forma, acelerando o metabolismo. Assim como os chás, é difícil encontrar alguém que não se sinta atraído pelo aroma e sabor marcantes do café, no entanto, na mesma proporção, as pessoas desconhecem seu efeito poderoso, não só para a saúde em geral, mas também na redução e manutenção de medidas. É possível alinhar o consumo tanto de chás como do bom e velho cafezinho a um cardápio balanceado e obter todos os efeitos benéficos desses estimulantes para potencializar a saúde e ainda impulsionar o emagrecimento.

O segredo está na cafeína

O Brasil é, sem dúvidas, a terra do café. A bebida já conduziu a economia nacional e está enraizada em nossa história e cultura. Muitos brasileiros são amantes do grão e não abrem mão de apreciar um café fresquinho antes de começar o dia, no entanto, seu principal componente: a cafeína, já foi taxada como uma vilã da saúde por muito tempo, porém, atualmente, estudos estão sendo conduzidos para desvendar seus benefícios e derrubar esses mitos acerca da substancia que, se usada corretamente, não só não é prejudicial como também pode prevenir e, até mesmo, combater diversas doenças.

Principais efeitos

A substância ativa regiões importantes no cérebro e seu efeito estimulante está associado a potencialização do sistema cognitivo, ela também é capaz de melhorar o desempenho físico, pois diminui a percepção de esforço ao praticar um exercício, dessa forma a atividade parece mais fácil do que realmente é. A cafeína ainda poupa os estoques de glicogênio muscular e retarda a fadiga, por isso, seu consumo, associado a uma dieta balanceada, contribui para acelerar a queima de gordura e está se tornado cada vez mais popular para a perda de peso.

Sabor e saúde

A melhor notícia é que, ao contrário do que se acreditava no senso comum, seu consumo regular não está relacionado a doenças cardíacas e ainda traz uma série de benefícios ao organismo. Além do café, onde está presente em maior quantidade, a substância também é encontrada naturalmente em alguns alimentos como o cacau, o guaraná e chás como o de erva-mate, mas especialmente, o chá preto e o chá verde. Além disso há alguns produtos como refrigerantes, energéticos e, até mesmo, medicações que possuem cafeína adicionada artificialmente. Segundo a nutricionista Sinara Menezes é possível alternar o consumo de alimentos fontes da substância para obter todos os seus benefícios: “Para aqueles que já apreciam o café é interessante aliar o consumo com os chás para potencializar seus efeitos, já no caso de quem possui algum problema gastrointestinal, como azia, gastrite ou refluxo, a melhor opção pode ser a ingestão dos chás, que são uma versão mais suave com a mesma eficiência, principalmente no caso do chá verde e o chá preto, que possuem mais propriedades terapêuticas do que outras infusões de ervas” – explica a profissional da Nature Center.

Termogênicos poderosos

Para metabolizar os alimentos ingeridos o corpo demanda de certa quantidade de energia, que varia de acordo com a complexidade do processo. Alguns demoram mais que outros, especialmente os termogênicos, por isso eles, consequentemente, gastam mais calorias e auxiliam no processo de queima de gordura. Eles são capazes de elevar a temperatura interna do corpo, assim, a queima de lipídios aumenta para tentar estabilizar esses níveis, isso induz o metabolismo a trabalhar num ritmo acelerado por mais tempo. Portanto, alimentos termogênicos como o café, o chá verde e o chá preto são grandes aliados na luta contra a balança e podem ser consumidos ao longo do dia para obter mais disposição e energia para enfrentar a rotina de trabalho, estudos e academia.

Chás com propriedades terapêuticas

Uma planta chamada Camellia sinensis dá origem a dois chás muito conhecidos e amplamente consumidos no mundo todo, o chá verde e o chá preto. Essas duas bebidas se destacam entre os melhores termogênicos naturais, e ainda tem propriedades antioxidantes e funções diuréticas, que diminuem o inchaço do corpo e combatem a retenção de líquidos. Menezes explica que esses chás podem ser encontrados nas versões em pó solúvel, sachê ou cápsulas (esta última no caso do chá verde) e possuem uma ação estimulante sobre todos os órgãos do corpo: “sua alta concentração de flavonóides além de combater os radicais livres também ajudam a prevenir o envelhecimento celular. O chá verde, por exemplo, ainda contribui para o emagrecimento, devido a sua alta concentração de cafeína e catequina, substâncias capazes de acelerar o metabolismo, e elevar o gasto calórico”.

O sucesso do café verde

Uma versão menos popular do amado cafezinho é o green coffee, que está, aos poucos, se tornando famoso e conquistando adeptos até entre as celebridades e estrelas de Hollywood, isso graças a sua concentração de nutrientes mais elevada que a do café tradicional. O grão do café que estamos costumados a consumir para pelo processo de torrefação, que confere a cor preta da bebida e serve para amenizar seu gosto amargo, tornando-a agradável ao paladar, já o café verde, comercializado geralmente na forma de capsulas, não passa por esse processo e, portanto, tem suas propriedades naturais preservadas em níveis muito maiores. Assim, a especialista afirma que: “no café verde os principais nutrientes como a cafeína e o ácido clorogênico, que é uma substância responsável por estimular os neurotransmissores, favorecendo a quebra do tecido de gordura, permanecem no grão e potencializam seus efeitos benéficos ao nosso organismo”.

Propriedades antioxidantes

É comum ouvir falar a respeito de antioxidantes e seus benefícios ao organismo, porém poucas pessoas sabem de fato como essas moléculas agem e porque seu consumo é tão recomendado. Eles são compostos de vitaminas, minerais e outras substâncias químicas capazes de evitar a oxidação da estrutura celular e atuam no processo interno de limpeza do corpo, prevenindo diversas patologias, como derrames, envelhecimento precoce e problemas cardiovasculares, além disso, eles também são fundamentais para proteger células saudáveis de danos no DNA. Há uma grande variedade de alimentos ricos em antioxidantes como vegetais, frutas, grãos e cereais, eles também podem ser encontrados em suplementos e produtos cosméticos. “Uma alimentação balanceada fornece uma grande quantidade e variedade de antioxidantes, contribuindo para aumentar a defesa imunológica” – explica a nutricionista, ela afirma que os ácidos clorogênico presentes no café, especialmente no grão verde, são responsáveis por boa parte da ação antioxidante da bebida, já no caso dos chás são os flavonóides que carregam essa função: “isso contribui para inibir infecções e ainda reduz o risco de doenças inflamatórias, por exemplo, além de colaborar para a saúde cardíaca”.

A suplementação pode facilitar o dia a dia

Para os amantes do cafezinho a bebida já faz parte do cardápio matinal e pode ser incluída facilmente após o almoço ou no período da tarde, porém, para aqueles que não apreciam tanto, ou até mesmo pela correria do dia a dia não costumam consumir, a suplementação é a forma mais prática para aproveitar todos os benefícios, especialmente no caso do café verde, pois por se tratar de um composto feito puramente a base de cafeína concentrada, é mais indicado ingerir a substância por meio de pílulas de extrato do nutriente, que oferecem os mesmo resultados sem a necessidade de consumir bebidas que geralmente contém açúcar e outros aditivos químicos ou calóricos na composição. Já em relação aos chás termogênicos a especialista explica que é possível encontrar no comércio em diversas formas, desde as folhas secas para o preparo de infusão a pílulas mais práticas que já contém a dosagem certa: “Fica à critério de cada um verificar o que se adapta melhor de acordo com a rotina diária, mas é fundamental buscar fontes seguras para alcançar todos os benefícios que o nutriente pode oferecer. Em geral, é recomendável que a ingestão seja feita durante o dia, antes das principais refeições e do treino, para otimizar o rendimento das atividades físicas. Além disso é preciso evitar o exagero para o efeito estimulante não prejudique o sono”. Sinara também alerta sobre a importância de ter o acompanhamento de um profissional da saúde para controlar as porções ingeridas, especialmente no caso de gestantes, nutrizes e pessoas com problemas crônicos. Fonte: Nature Center

Chá de hibisco x Chá verde: qual o melhor para emagrecer

Veja quais são as principais diferenças entre os chás funcionais do momento O chá é uma das bebidas mais populares no mundo, além da grande variedade de aromas e sabores capazes de agradar qualquer paladar, seus efeitos medicinais e curativos justificam sua fama. Nos últimos anos, o poder terapêutico dessas bebidas ganhou ainda mais destaque com o aumento do consumo de ervas antes conhecidas apenas por culturas milenares, especialmente com o objetivo de perder peso. Desde então, é comum ouvir que determinada infusão é o “chá do momento” para potencializar a queima de gordura e ajudar na luta contra balança. Nessa onda, o chá verde se tornou um dos queridinhos no quesito emagrecimento, figurando entre os mais recomendados. Agora, fala-se cada vez mais do chá de hibisco como o mais novo aliado na luta contra a balança. Porém, isso significa que o hibisco é mais potente que o chá verde para a perda de peso? Vale a pena fazer a troca? Esclareça suas dúvidas a respeito das principais diferenças entre essas poderosas plantas e qual delas é mais adequada para sua dieta.

Propriedades naturais

Uma das maiores preocupações daqueles que desejam entrar em forma, indiscutivelmente, é a saúde. Essa é a razão pela qual o uso de chás na luta contra balança se tornou tão popular, suas propriedades totalmente naturais podem representar uma forma muito mais prática e segura de acelerar a perda de peso. Nesse quesito, tanto o chá verde quanto o chá de hibisco estão empatados: a origem dessas plantas é, no mínimo, próxima.  Enquanto o chá verde é extraído das folhas da planta chinesa Camellia Sinensis, o chá de hibisco é feito a partir das folhas e botões da flor Hibiscus Sabdariffa. Mas, cabe uma explicação: ao contrário do que muitos podem imaginar, não se trata daquela flor vermelha de cabinho longo, facilmente encontrada nos jardins. A variedade utilizada para preparo do chá de hibisco é conhecida por aqui como caruru-azedo ou vinagreira, e é de origem incerta, normalmente associada à África e Ásia. Largamente associadas à dietas de perda de peso, essas ervas também possuem propriedades muito benéficas à saúde como um todo, aumentando as dúvidas sobre qual delas é mais potente e pode tornar o processo de emagrecimento mais eficaz. De acordo com a nutricionista Sinara Menezes da Nature Center, especializada em produtos naturais “Ambos possuem características benéficas, inclusive similares, para perda de peso. Porém, alguns fatores podem tornar uma qualidade de chá mais indicada para determinada pessoa: restrições e preferências podem determinar qual variedade se encaixa melhor na dieta. Por isso, é preciso avaliar isoladamente as propriedades de cada chá, seus efeitos no organismo e até mesmo sua aceitação em relação ao paladar.” – explica.

Pontos em comum:

Reduzem a pressão arterial: Ambos possuem propriedades vasodilatadoras capazes de proteger o coração e reduzir a pressão sanguínea. O chá verde aumenta a produção de óxido nítrico, responsável por estimular a dilatação das artérias e aumentar a oxigenação sanguínea. O mesmo efeito é obtido através do consumo do chá de hibisco. A alta concentração de antocianina, poderoso antioxidante, proporciona aumento do fluxo sanguíneo e, consequentemente, redução da pressão arterial. Estudos evidenciam que o efeito vasodilatador proporcionado por essas ervas pode até mesmo prevenir contra problemas cardiovasculares. Reduzem o colesterol: pesquisas apontam que ambos os chás são capazes de reduzir o colesterol ruim (LDL). A alta concentração de flavonoides presentes no chá verde, especialmente as catequinas, combatem dois processos nocivos à saúde: a oxidação do LDL e a formação das placas ateroscleróticas (que podem levar ao entupimento de artérias). O consumo do chá de hibisco também pode auxiliar na diminuição da absorção do colesterol ruim, graças às antocianina, flavonoides capazes de aumentar a reduzir os níveis de LDL e triglicerídeos, além de aumentar o colesterol bom (HDL). Fortalecem o sistema imunológico: o chá verde tem sido associado à melhora do sistema imunológico graças à sua ação antioxidante e antimicrobiana. Pesquisas evidenciam que pessoas que consomem a bebidas estão menos sujeitas à resfriados, infecções virais e bacterianas.  A mesma ação é obtida através do chá de hibisco graças à alta concentração de vitaminas A e C, que ajudam no fortalecimento das funções imunológicas e no combate ao envelhecimento precoce. Podem ajudar no combate à diabetes: quando consumidos sem açúcar, ambos podem ajudar a combater fatores ligados ao surgimento da diabetes tipo 2, como colesterol, triglicerídeos e até mesmo a obesidade. Graças à sua propriedade alcalina, o chá verde pode auxiliar no controle da glicemia, favorecendo o pâncreas (secretor de insulina) e reduzindo os níveis de concentração de açúcar no sangue. Especialistas afirmam que a catequina presente no chá hibisco também auxilia no metabolismo do açúcar, estimulando a produção e insulina. Estudos apontam que o consumo de pelo menos 4 xícaras deste chá por dia, juntamente com uma dieta adequada, podem reduzir as chances do surgimento da doença. Emagrecem: certamente uma das questões de maior interesse de seus adeptos é também uma das principais vantagens de ambos os chás – tanto chá verde quanto chá de hibisco podem auxiliar na perda de peso graças à capacidade de acelerar o metabolismo. Ambos possuem efeito termogênico, que potencializa a queima de gordura e elevam o gasto metabólico basal. Como possuem propriedades diuréticas, combatem o inchaço e o acúmulo de toxinas do organismo, melhorando até mesmo o aspecto da pele.

Principais diferenças:

Diurético X Laxante: Ambos têm efeito diurético, ou seja, combatem a retenção de líquidos e eliminam toxinas. Porém, o chá de hibisco também possui propriedades laxativas, que graças à sua alta concentração de fibras, podem combater a constipação e o intestino preguiçoso. Calmante x Estimulante: Por possuir efeito termogênico, o chá de hibisco pode ser confundido com um chá estimulante, porém não se engane: o efeito dele é justamente o contrário – relaxante e calmante. Já o chá verde possui alta concentração de cafeína e, justamente por isso, aumenta o estado de atenção e agitação, além de espantar a fadiga. Valor nutricional: Ambos são ótimas fontes de vitaminas, porém o chá de hibisco diferencia-se pela sua alta concentração de cálcio, potássio, ferro, fósforo e magnésio. Além de fortalecer a saúde óssea, esses sais minerais favorecem a saúde como um todo. Produção de hormônios: estudos buscam elucidar a influência dessas ervas sob a produção e ação dos hormônios no organismo. Evidências apontam que o chá verde é capaz de reduzir a ação do cortisol, hormônio responsável pelo stress e pelo acúmulo de gordura abdominal. Apesar de carecer de maiores provas, esse indício corrobora ainda mais a eficácia do chá em relação ao emagrecimento. Sabor: o chá verde é conhecido por sua coloração forte e sabor amargo. Mesmo assim, seus benefícios ao organismo compensam o consumo. Porém, para aqueles que consideram a bebida literalmente difícil de engolir, o chá de hibisco pode ser uma escolha mais prazerosa e com o mesmo efeito emagrecedor – suave, pode ser comparado levemente com o sabor de framboesa.

Cautela é fundamental

Diante de tantas informações algumas observações devem ser feitas a respeito do consumo dessas ervas: a cautela e acompanhamento de um nutricionista para sua inclusão na dieta é fundamental. É recomendado que, independente da escolha, não se ultrapasse 4 xícaras da bebida por dia. O excesso pode sobrecarregar os rins e produzir efeitos significativos sob o sistema nervoso central: no caso do chá verde, insônia e dores de cabeça, já o chá de hibisco, sonolência e dificuldade de concentração. “Justamente por isso, é sempre recomendado consumi-los moderadamente. De preferência ao longo do dia, afim de não exercer grande impacto sob o sono.” – explica Sinara. Da mesma forma, idosos, gestantes e nutrizes devem evitar o consumo deliberado de qualquer substância, e pessoas com histórico de problemas de pressão conhecidos devem ter cautela, uma vez que ambos os chás surtem efeito sob a pressão arterial.

Palavra da nutricionista

Porém, a dica mais importante da profissional Sinara Menezes é “Combinar a ingestão de chás funcionais com uma dieta equilibrada e a prática de exercícios. Nenhum chá é capaz de fazer milagre sozinho, mas é um grande potencializador de resultados quando faz parte de um programa de reeducação alimentar. Eles podem auxiliar no controle do apetite e dar mais energia para prática de atividades físicas.” Outra boa notícia é que você não precisa necessariamente optar por um deles “A eficácia de ambos permite alternar o consumo regularmente afim de variar a dieta. O recomendado é preparar o chá a partir das folhas em água morna e consumi-lo sem açúcar. Dessa forma conserva-se ao máximo as propriedades da erva. Porém, para aqueles que desejam uma solução mais prática, já existem versões solúveis ou em cápsulas tão eficazes quanto os chás tradicionais, facilitam a ingestão no dia-a-dia e proporcionam os mesmos benefícios.” – finaliza.

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